ROSA CAÍDA.

rosa UMA ROSA CAÍDA OU DESFOLHADA, PODE PASSAR A SER PÉTALA MAS NUNCA DEIXA DE SER ROSA!

domingo, 7 de junho de 2015

Água pura!

 
 
 
Aquela luz aproximou-se,
ousada, segura,
e a sua claridade doce,
sabia-me a água pura.
Toquei-a com toda a sede,
que naquele momento senti,
água fria, salto sem rede,
naquela falésia de ti.
Quente, a frescura da água,
abraça-me a pele despida,
sincera, rendida, sem mágoa,
remoinho, de paixão sentida.
Molhados os cabelos e os beijos,
de águas de mil sabores,
encharcam-se os sonhos e os desejos,
e afogam-se devagar as dores,
e do espelho de água se ressuscita,
talvez com mais vida, mais alma,
como uma onda que se espevita,
num mar de enfadonha calma.
E assim me fundo com a luz,
sem sombras, nem sede sentida,
já sou a água que me seduz,
e a luz, me envolve, assumida.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Sonho!!!

 
 

Fecho os olhos e vejo a minha alma. Grita, foge... sem lugar. Espírito livre preso às amarras da vida. Dentro de mim há o contentamento e a desilusão de ter conseguido e não ter chegado a lugar algum... e a dúvida paira. Sigo, mas não sei qual o meu passo. Sonhos perseguidos sem lugar, sem espaço para florescerem. Refugio-me num mundo de lua, céu estrelado e mar... areal de ondas que levam os sonhos banhados de azul e cinzento... deixo uma lágrima para juntar ao teu sal. Talvez ela persiga um sonho que dê vida... que seja de um azul escuro intenso e brilhe ao sabor da noite de Lua Cheia..
Fui simplesmente eu... e agora perco-me. Cheguei a este mar e o horizonte é tão infinito, tão longínquo. Sento-me à tua beira, sinto-te e...
Fecho os olhos e procuro a minha alma feita de sonhos. Passeia na areia junto ao mar, sente o cheiro a maresia e... tenho uma alma feita de ondas, de espuma branca e sonhos realizados. Fico assim... lá fora, as ondas levam os meus sonhos misturados em sal... cá dentro há o meu mar, os meus sonhos, a minha noite estrelada ao luar...
Fecho os olhos e finjo que a vida é um sol matinal a bater na janela... só no meu interior continua a valer a pena sonhar... a vida é uma oportunidade de perseguir sonhos... conseguir alcançá-los... mas por vezes não há espaço para os viver.


Fecho os olhos. Deixo a minha alma junto ao mar...



sábado, 19 de outubro de 2013

..........MQ.......

 
 
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso

Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,

Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)

E talvez de meu repouso...

-Mário Quintana-
 

terça-feira, 3 de abril de 2012

terça-feira, 20 de março de 2012

Caminho da vida.....




Que o caminho venha ao teu encontro.
Que o vento sopre sempre às tuas costas,
e a chuva caia suave sobre o teu campo.
e até que voltemos a nos encontrar,
que Deus te sustente suavemente
na palma de Sua mão.
Que vivas todo o tempo que quiseres,
e que sempre vivas plenamente.
Lembra sempre de esquecer as coisas que te
entristeceram, e não esqueça de se lembrar das
coisas que te alegraram.
Lembra sempre de esquecer os amigos que se
revelaram falsos, mas nunca deixes de lembrar
daqueles que permaneceram fiéis.
Lembra sempre de esquecer os problemas que já passaram, mas não deixes de lembrar das bençãos de cada dia.
Que o dia mais triste do teu futuro, não seja pior
que o mais feliz do teu passado.
Que o teto nunca caia sobre ti,
e que os amigos debaixo dele nunca partam.
Que sempre tenhas palavras cálidas em um
anoitecer frio,
uma lua cheia em uma noite escura,
e que um caminho se abra sempre à sua porta.
Que vivas cem anos, com um ano extra para
arrepender-te.
Que o Senhor te guarde em Suas mãos,
e não aperte muito Seus dedos.
Que teus vizinhos te respeitem,
que os problemas te abandonem,
os anjos te protejam,
e o céu te acolha.
E que a sorte das colinas celtas te abrace.
Que as bençãos de São Patrício te contemplem.
Que teus bolsos estejam pesados,
e o teu coração leve.
Que a boa sorte te persiga, e a cada dia e cada noite tenhas um muro contra o vento, um teto para a chuva, bebida junto ao fogo, risadas que consolem aqueles a quem amas, e que teu coração se preencha com tudo o que desejas.
Que Deus esteja contigo e te abençoe,
que vejas os filhos dos teus filhos,
que o infortúnio te seja breve e que te deixe cheio de bençãos.
Que não conheças nada além da felicidade
deste dia em diante.
Que Deus te conceda muitos anos de vida.
Com certeza Ele sabe que a Terra não tem anjos suficientes.
E assim seja a cada ano, para sempre !"

 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ainda me apetece chorar...


Apetece-me chorar.

Apetece-me deitar para fora anos e anos de ódio e mágoa que as pessoas guardam de mim.
Nem todas as pessoas. Apenas as que me amaram. E que decidiram que o amor que lhes dediquei era pouco e que queriam mais do que eu na altura, e talvez ainda agora, possa oferecer a alguém.
Hoje despediste-te de mim. Ele também. Ele tem apagado de mim as memórias de um tempo em que éramos dois e que nunca fomos um.
Ainda assim guardei memórias que ele agora insiste em pintar de vermelho. Vermelho rubro de dor e sarcasmo. Ele mastigou tudo o que poderíamos ter dito um ao outro.
Ficou assim, suspenso.
Tu não. Tu sabes em mim as palavras que ainda são tuas. As que não sei dizer. As que escondo de ti e dos outros e de todas as pessoas.
Conheces-me.
Despediste-te de mim, com o poema que tantas vezes ansiei e que não continha as palavras que sonhei ler nele.
Um dia pedi-te que me escrevesses. E tu disseste que não sabias, que as palavras eram punhais que te rasgavam as pálpebras e te confundiam os sentidos ao ponto de deixares de reconhecer o teu próprio rosto e o teu destino.
Hoje deste-me um poema como quem dá uma lágrima.
Espelhaste nele o vazio que construíste para nós. Durante anos procurei o teu colo e a tua voz e o conforto manso do teu peito. Ainda que o teu peito nunca me tenha servido de colo. Ainda assim. Era no teu peito que apagava todas as dores de estar viva e pulsar e sentir e ser eu.
Hoje deste-me um poema como quem dá um grito.
A romper o silêncio. O silêncio que disse tanto e que não nos diz nada mais que não saibamos já, e não tenhamos escrito em papel violeta que deixámos voar e perder-se no lago pesado e azul.
Hoje deste-me um poema e deixaste o teu corpo morto nos meus braços. Num último suspiro.
Amei-te como nunca mais saberei amar ninguém. Amei-te com a força dos corpos que nunca se tocaram e o mistério dos abraços que se esqueceram no tempo.
Amei-te como todos quiseram ser amados e eu não podia e não sabia amar ninguém mais além de ti.
Hoje deste-me um poema e em troca levaste o amor que me susteve anos a fio. Deixaste-me aqui, sozinha, sem memórias, sem as tuas mãos e sem o teu rosto que me apagava as lágrimas cansadas em dias de chuva e noites de sal.
Ainda me apetece chorar... Ainda me apetece chorar... Francamente, ainda me apetece chorar.


Se eu tivesse dito "amo-te" e tivesse violado o teu corpo e tivesse arrancado a tua alma e tivesse gritado no teu quarto e tivesse rasgado os teus olhos e tivesse feito tudo ao contrário e tivesse esquecido todas elas, todas as mulheres que deslizaram nos teus braços e tivesse esquecido que me disseste que as amavas e tivesse esquecido que disseste que eras velho e cansado e gasto e tivesse revivido o menino que me deste um dia e te tivesse beijado loucamente e tivesse deixado o meu corpo nu nos teus braços e tivesse chorado e chorado e chorado todas as lágrimas que um dia semeaste em mim e tivesse pedido que ficasses... Ficavas?

Francamente, ainda me apetece chorar... 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

De frente para a vida....


da terra
já nada se via
dos passos curtos
...rente à margem
do rio vivo
delineado de espuma
corria um duplo colorido
festival de branco tingido
e a banda passava a correr
na corrente sem vagar
nem plateia desejada
o destino
tão somente desconhecido
das escamas beijadas
pela força das águas
que teimavam
em nadar
de frente
para a vida
(NAF)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

BOA PASCOA


Papá, o que é Páscoa?


- Ora, Páscoa é...... bem...... é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica ao teu filho o que é ressurreição para eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos ........ Mamã, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não diga uma coisa dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Pai do Céu! Nem parece que este menino foi batizado! Jorge, este menino não pode crescer assim, sem ir a uma missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe damos uma educação cristã! Já pensou se ele diz uma barbaridade dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular este menino na catequese!
- Mamã, mas o Pai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Vais estudar isso na catequese. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E os outros bancos, também?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto de Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É uma coisa complicada, nem a mamã percebe muito bem. Mas se tu perguntares na catequese, a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Pai Natall, só que ao invés de presentes ele traz ovinhos.
-Os coelhos poêm ovos?
- Chega! Vou fazer o almoço que é melhor!
- Papá, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era, era melhor, ou então peru.
- Papá, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Em que dia é que ele morreu?
- Isso eu sei: na sexta-feira santa.
- Que dia e que mês?
- ??????? Sabes que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
- Um dia depois.
- Não, três dias.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não, morreu na sexta-feira santa ....... ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, filho, vê se não me confundes! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora na catequese!
- Papá, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai castigar o Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
- Então por que eles não castigam o Judas no dia certo?
- É, boa pergunta. Filho, atende o telefone para o papá. Se for um tal Rogério diz que eu saí.
- Estou, quem fala?
- Rogério Coelho Pascoal. O seu pai está?
- Não, foi comprar um ovo de Páscoa. Ligue mais tarde, tchau.
- Papá, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim essa história do coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo-

............Recomendo a leitura da Biblia, para serem pais informados..........

 

sexta-feira, 18 de março de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Adeus Xaneca...


A Xaneca partiu e como diz a minha neta é
agora uma "estelinha no céu"...
Uma companheira inesquecivel que preencheu
a minha vida durante 15 anos...
Dava um "abraço" quase humano e apertava-se
contra mim como se quisesse fundir-se comigo.
-Combinei com ela muitas vezes que não
partiria antes de mim...que eu não aguentaria a dor!
Partiu....adeus Xaneca...minha gata amiga!!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O mais pequeno do mundo....


Pequenos ou grandes, eles entram na nossa vida
para a encher de alegria e bons momentos.
Quando partem deixam um vazio difícil de preencher.


quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo para todos.


Para todos um grande e feliz Ano Novo!!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Pedido de Natal...


Por favor SENHOR...
este ano manda muitos ossos ao Boby...

domingo, 7 de novembro de 2010

As borboletas intemporais...


Nem todas as borboletas partem no Outono...
Algumas ficam na nossa vida em todo
o tempo, para nos ajudar a sonhar....

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A boroboleta Zebra...


Ao abastecer o meu carro numa bomba de gasolina,
reparei numa borboleta pousada sobre a bancada.
As asas fechadas num "V" apertado fizeram-me
pensar que já estaria morta, mas quando fui ver de perto,
vi que as pequenas antenas se moviam...
Pensei no quanto a nossa necessidade de comodismo
e consumismo tem roubado espaço...ao espaço verde
que antes existia um pouco por todo o lado.
Fui buscar um papel das mãos e sem lhe tocar
(para não danificar o pó das asas) consegui que ficasse
em cima do papel. Com os outros clientes a reclamar,
atravessei a estrada e fui colocar a borboleta de asas pretas
e brancas, num pequeno jardim, sobre as primeiras
flores do Outono. Espantosamente, pareceu que o ar fresco
do jardim a revigorou e abriu as asas bonitas, deixando-me
extremamente contente. Foi um final feliz...espero!!!!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A partida das borboletas....


O Outono chega com os seus tons dourados e castanhos.
As borboletas procuram as ultimas flores para recolher
o néctar e preparam-se para uma longa viagem...
Na Primavera voltarão....

sábado, 19 de junho de 2010

Sentimentos...


Trazia flores e timidez...
(levou o meu coração)

sábado, 5 de junho de 2010

Meu corpo

 

O prazer se
  faz em êxtase:
quando o 
 meu corpo,
feito água, 
descobre
todos os
caminhos do teu.
 E deixa-se ficar
onde tu
mergulhas em
mim.
            
                                                                    "Stela Fonseca"

sábado, 15 de maio de 2010

Original é o poeta...


Original é o poeta


que se origina a si mesmo

que numa sílaba é seta

noutro pasmo ou cataclismo

o que se atira ao poema

como se fosse um abismo

e faz um filho ás palavras

na cama do romantismo.

Original é o poeta

capaz de escrever um sismo.



Original é o poeta

de origem clara e comum

que sendo de toda a parte

não é de lugar algum.

O que gera a própria arte

na força de ser só um

por todos a quem a sorte faz

devorar um jejum.

Original é o poeta

que de todos for só um.



Original é o poeta

expulso do paraíso

por saber compreender

o que é o choro e o riso;

aquele que desce á rua

bebe copos quebra nozes

e ferra em quem tem juízo

versos brancos e ferozes.

Original é o poeta

que é gato de sete vozes.



Original é o poeta

que chegar ao despudor

de escrever todos os dias

como se fizesse amor.

Esse que despe a poesia

como se fosse uma mulher

e nela emprenha a alegria

de ser um homem qualquer.



Ary dos Santos



domingo, 2 de maio de 2010

CORAÇÃO DE MÃE!

O coração de mãe não é apenas um músculo
 que bate sem parar.
É um lugar mágico onde acontecem as mais
 extraordinárias coisas...
O coração de mãe está ligado a cada coração
 de filho por um fio fininho, quase invisível.
E é por causa deste fio que tudo o que acontece
aos filhos faz acontecer alguma coisa dentro
do coração de mãe.
Quando os filhos dão gargalhadas,
o coração de mãe até dança.
Quando um filho está triste, o coração de mãe
parte-se em mil bocadinhos.
Quando um filho adoece, o coração de mãe
fica às pintinhas (e muito mais pequenino...)
Mas o coração de mãe volta a crescer quando
 o filho se sente finalmente melhor!
O coração de mãe fica branco (sem pinga de sangue)
 quando um filho dá um grande trambolhão.
O coração de mãe congela quando um filho
 se perde na multidão.
Quando não compreende os filhos, o coração
de mãe é como um novelo embaraçado.
No coração de mãe passa uma nuvem escura
quando um filho é mal educado.
 O coração de mãe ganha ferrugem
quando não vê um filho há muito tempo.
Mas quando chega a hora de ir buscar os
filhos à escola, parece um avião a jacto.
Quando o filho diz uma piada,
 o coração de mãe ilumina-se...
E lá dentro abre-se uma janela,
 sempre que um filho aprende uma palavra nova.
O coração de mãe é um vulcão (em erupção)
quando um filho faz um grande disparate...
Mas quando um filho precisa
 de ajuda é um sino que toca sem parar.
Aliás, quando querem fazer mal aos seus filhos, o
coração de mãe enche-se de garras e dentes afiados.
Quando chegam as férias, o coração de mãe
bate mais devagarinho, só porque os corações
 passam mais tempo juntos.
E nos dias de piqueniques, o coração de mãe
 é um passarinho.
E há um dia em que no coração de mãe nascem flores...
Quando descobre que vai nascer outro filho.
Afinal o coração de mãe não é apenas um muscúlo
 que bate sem parar.
É um lugar mágico onde acontecem as mais
extraordinárias coisas...
(do livro: Coração de mãe)
(uma surpresa da minha filha no Dia da Mãe)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

PARABÉNS XANECA!


A companheira amiga faz 14 anos.


 

Linda e meiga, protege-me da solidão.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

DIA DA TERRA


É tempo de mudar as atitudes...
A Terra é a nossa casa!


domingo, 11 de abril de 2010

Com amor!

Em caso de emergência
accionar o amor.

Não se vai a tribunal
nem se paga multa,
e, de forma geral,
.....resulta!

terça-feira, 30 de março de 2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

Esperando as borboletas.


Espreito na janela envelhecida
por um tempo novo.
Há mais luz e o tempo é morno
como uma bola de algodão doce.
Meti no bolso uma mão cheia
de raios de sol e espero tranquila...
....desta vez não perco a chegada das borboletas!